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Author Topic: adenomiose  (Read 14403 times)
moniquesisquim
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« on: August 27, 2008, 09:15:30 AM »

descobri que tenho adenomiose,o que tenho que fazer? pois já tenho 02 filhos é fiz laqueadura com 20 anos agora tenho 28 anos.não aquento mais sentir dor é nén ficar sagrando.o que devo fazer porfavor me ajudem.muito obrigada monique
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cas
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"Bons amigos são bons para sua saúde."


« Reply #1 on: September 05, 2008, 01:47:17 AM »

Adenomiose precisa ser tratada assim coo qualquer doenca que esteja ocasionando dores. Marque consulta com seu ginecologista, faca exames e veja quais os tratamentos para seu caso individual. Nao fique mais sentindo dores e aguardando seu quadro piorar. Abracos !
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Cas
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« Reply #2 on: September 20, 2008, 06:21:10 PM »

BOA NOITE MONIQUE. SOU NOVATA NO FORUM E HÁ 9 MESES DESCOBRI QUE TENHO ADENOMIOSE. MEU GO FEZ UM TRATAMENTO DE 8 MESES A BASE DE DIMETROSE,  E HJ GRAÇAS A DEUS FIQUEI CURADA. DEPOIS DISSO ELE ME PASSOU UM INDUTOR DE OVULAÇÃO (INDUX) P/ AJUDAR NAS TENTATIVAS DE ENGRAVIDAR (AINDA NAO TENHO FILHOS). BOM, NO MOMENTO AINDA ESTOU ESPERANDO A MONSTRENGA VIR PRA PODER TOMAR O INDUTOR, MAS JA ME SINTO ABENÇOADA POR NAO TER MAIS FOCO NENHUM DE ADENOMIOSE. AH... EU NAO SENTIA DOR NENHUMA, SO O SANGRAMENTO MUITO INTENSO, ATE 2 VEZES POR MÊS, ERA DE ENLOUQUECER. QQ DUVIDA ME MANDA UM E-MAIL : ECBISPO@OI.COM.BR. BEIJOS
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cas
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"Bons amigos são bons para sua saúde."


« Reply #3 on: September 22, 2008, 04:54:49 PM »


Uso adequado do Ultrasom facilita diagnóstico de Adenomiose


"A adenomiose é freqüentemente confundida com fibroma ou miomatose, resultando em tratamento inadequado e sintomas persistentes, e acordo com o dr. Edward Lyons , professor de Radiologia e Obstetrícia e Ginecologia da Universidade de Manitoba em Winnipeg, Canadá.

“Até alguns anos atrás sentia-me culpado com este tipo de engano , deixando de fazer o diagnóstico da patologia em até seis ou sete casos em apenas um dia”. Atualmente estamos em condições de avaliar os achados ultra-sonográficos específicos e o diagnóstico ficou facilitado afirmou o dr. Lyon. em entrevista ao site Auntminnie.com durante o Congresso Mundial de Ultra-som em Medicina e Biologia realizado em Montreal.

Muitos clínicos e ultra-sonografistas não estão familiarizados com a adenomiose , que pode ser definida como presença de tecido endometrial ectópico , similar a endometriose , porém localizado profundamente no endométrio. Devido à sua localização , às vezes é denominada “endometriose interna”.

“Penso que o diagnóstico de adenomiose é terrivelmente ignorado” afirmou do dr. Lyons. “A maior parte das pacientes que vêm ao consultório com dor pélvica e metrorragia têm adenomiose, mas quando o médico examinador observa o aumento uterino , o laudo invariavelmente sai como – presença de alterações difusas miometriais consistentes com múltiplos pequenos fibromas – como eu mesmo redigi várias vezes ,estando completamente enganado”.

Lyons recomenda o uso do transdutor endovaginal para distinguir adenomiose de fibroma, verificando a presença de dor à compressão.

“Utilizando o tradutor como extensão de seus dedos o examinador poderá distinguir áreas focais de amolecimento uterino , freqüentemente associadas com alterações ecográficas visibilizadas ao ultra-som ; como o fibroma virtualmente nunca é “mole” (este fato ocorrendo apenas em duas condições , gravidez e infarto) – há possibilidade de efetuar o diagnóstico diferencial”.

"Apesar da adenomiose constituir a causa mais comum de dor pélvica , o dr. Lyons ressalta que a miomatose constitui a principal causa de sangramento anormal. Cerca de 80% das pacientes portadoras de adenomiose referem dor , 20 % não apresentando o sintoma , constituindo portanto este sinal clínico um importante recurso diagnóstico.

“Um aspecto que deve ser ressaltado é a importância de se avaliar sempre o conjunto todo: dados semiológicos, ultrasonográficos e achados de exame. Para pensar em adenomiose, em geral você está tratando de mulheres que já tiveram filhos , têm períodos de sangramento extensos e dolorosos, frequentes e com escapes, inclusive apresentando relato de dor à relação sexual” lembra o dr Lyons.

“Os achados ultra-sonográficos em geral são estas áreas de espessamento endometrial assimétrico ,com áreas de aumento da ecogenicidade , pequenos cistos de permeio (eventualmente com até 3mm) localizados tanto em topografia subendometrial como miometrial ou intramural”

Estes últimos podem causar confusão diagnóstica sendo relatado nos laudos como “consistentes com pequenas áreas de degeneração fibróide” . Isto , segundo o dr. Lyons está absolutamente incorreto . “Estes pequenos cistos nada mais são do que pequenas glândulas endometriais distendidas, localizadas obviamente em território anômalo” afirma o dr. Lyons.

No ultra-som , ademiose aparece em geral como processo infiltrativo com vasos centrais , áreas de sombra acústica sem sinais ecográficos de calcificação. Em adição, a presença das pequenas imagens císticas é freqüente.

Fibroma ( ou mioma) em contraste , aprece como massas de contornos regulares , em geral , bem definidos ,sem exibir heterogenicidade endometrial tão freqüentemente descrita nos laudos. Apresenta sinais de hipoecogenicidade periférica devido à compressão miometrial. Podem ser hipo ,iso ou hiperecóicos . Também apresentam podem apresentar vasos periféricos , sombra acústica distal e calcificações."

Ao contrário da adenomiose , os fibromas ( ou miomas) podem ser vistos tanto pelo ultra-som trans-abdominal como pelo trans-vaginal , lembra o dr. Lyon. Fazer o diagnóstico diferencial correto é muito importante para definir o tratamento – alguns tipos de tratamento para mioma , como a ablação miometrial pode ser contra-indicado em mulheres com adenomiose.

“Temos visto uma série de casos de mulheres que terminam com quadros de hematométrio – áreas focais de hemorragia crescente que se transformaram porções obstruídas do endométrio após ablação, ocorrendo aumento da dor e acentuado amolecimento tecidual” , disse o dr.Lyons

Em adição, a embolização arterial uterina não alivia os sintomas da adenomiose devido ao fato da patologia ter um caráter infiltrativo difuso com a presença de múltiplos vasos indo e vindo em diversas direções , ao contrário da patologia fibróide ( ou miomatosa) onde frequentemente identifica-se um relativo pequeno pedículo vascular. Tão logo é realizada a embolização com oclusão arterial à nível do pedículo, o mioma reduz seu tamanho e acaba regredindo rapidamente” afirma dr. Lyons.

Ainda segundo o médico “o tratamento convencional da adenomiose e o mais indicado ainda constitue o uso de analgésicos e contraceptivos em altas doses como Lupron ou Danazol”. Segundo o dr. Lyon “Danazol é pouco popular nos EUA devido ao ganho de peso que pode ocorrer em algumas pacientes”. Entretanto o médico sugere que o uso destes tipos de medicação, com controle médico estrito podem resultar em melhora clínica significativa.

“Geralmente os sintomas desaparecem em cerca de uma semana de uso da medicação ,o que pode ser feito através de tratamentos recorrentes” finaliza dr. Lyons."

Artigo traduzido e adaptado do original “Adenomyosis made clear on ultrasound” redigido por Kate Johson e publicado no site Aunt Minnie em 18/07/2003

Fonte - http://www.radiology.com.br/materias/rad_materias.asp?flag=1&id_materia=236
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Cas
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