Forum Endometriose - 2012, 2013 & 2014
October 01, 2014, 05:17:06 PM *
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Author Topic: Triptorelina(neodecapeptyl) = análogo do LHRH-----Quem já usou para ENDO?  (Read 9232 times)
clara_anita_MOS
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Paz e amor


« on: January 21, 2008, 12:04:26 AM »

Quem já usou?
Como foi?


_______________
Bula:
Triptorelina (neodecapeptil ou gonapeptyl)  em forma Depot ou injeção IM a cada 28  a 30 dias.
Ação e preço semelhantes ao Zoladex e Lupron(Lectrum).

http://bulas.cxpass.net/index.pl?C=A&V=66506F737449443D33313438266163743D73686F7752656164436F6D6D656E7473


NEO DECAPEPTYL

Frasco-ampola contendo microgrânulos liofilizados + diluente x 2 ml para formar uma suspensão injetável

USO ADULTO
                                                       
NOS CASOS DE PUBERDADE PRECOCE: CRIANÇAS ABAIXO DE 8 ANOS (MENINAS) E ABAIXO DE 10 ANOS (MENINOS)

- Composição completa:

Cada frasco-ampola (microgrânulos liofilizados) contém:

Triptorelina (D-Trp-6-LHRH)     3,75 mg


- INFORMAÇÃO AO PACIENTE:

O produto, quando conservado em locais frescos e bem ventilados, sob temperatura não superior a 25°C, ao abrigo da luz, calor e umidade, apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ALÉM DE NÃO OBTER O EFEITO DESEJADO, PODE PREJUDICAR A SUA SAÚDE.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término bem como se está amamentando.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.
PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

- INFORMAÇÃO TÉCNICA:

A triptorelina é um decapeptídeo de síntese, um agonista análogo ao LHRH natural (hormônio  de liberação da LH). Estudos realizados na espécie humana como nos animais mostraram que após um estímulo inicial, a administração prolongada de triptorelina leva a uma inibição da secreção gonadotrófica, suprimindo, consequentemente, as funções testiculares e ovarianas. Outros estudos animais descreveram outro mecanismo de ação: efeito direto nas gônadas pela diminuição da sensibilidade dos receptores periféricos de LHRH.

Câncer  da próstata  :

• A administração de uma dose diária de TRIPTORELINA pode causar uma elevação inicial das taxas sanguíneas de LH e FSH, e consequentemente um aumento inicial das taxas de esteróides gonadais (testosterona e diidrotestosterona). A continuidade do tratamento causa uma diminuição das taxas de LH e FSH conduzindo os esteróides a uma taxa de castração  , dentro de um prazo de 2 a 3 semanas, assim como quando o produto é administrado por muito tempo. Paralelamente, pode ser observada no início do tratamento uma elevação transitória das fosfatases ácidas.

O tratamento é suscetível de propiciar uma melhora de sinais funcionais e objetivos.

Aproximadamente 80% dos carcinomas de próstata  são andrógeno-dependentes: pela inibição do efeito da testosterona muitas vezes é possível obter uma diminuição parcial ou retardo no desenvolvimento do tumor  e, consequentemente, promover um alívio sintomático (por ex. na micção e nas dores devidas ao carcinoma  ). Esta inibição pode ser realizada tanto pela cirurgia (orquidectomia, adrenalectomia, remoção da hipófise), ou através de castração  química (tratamento estrogênico ou anti-androgênico) ou, como tem sido descrito, pela administração contínua de TRIPTORELINA. O produto permite que o paciente não se submeta a cirurgia e provavelmente não apresente reações adversas cardiovasculares frequentemente encontradas com tratamentos estrogênicos.

Após a injeção intramuscular  de TRIPTORELINA é observado um pico inicial do princípio ativo, seguido de uma liberação constante. A Cmáx é de 1359,9 ng/l, o Tmáx é de 44,9 horas, e a área sob a curva é igual a 8644,3 ng/l/h.

Puberdade precoce:

• A inibição da hiperatividade gonadotrófica- hipofisária manifesta-se nos dois sexos pela supressão da secreção do estradiol ou testosterona, pela diminuição do pico de LH e pela melhora da relação idade estatural/idade óssea.

A estimulação inicial das gônadas pode ser responsável por pequenas hemorragias genitais, necessitando-se recorrer a um tratamento com acetato de medroxiprogesterona ou de ciproterona.

Endometriose  :

• A administração prolongada de TRIPTORELINA causa uma supressão da secreção do estradiol, e portanto, uma condição de repouso do tecido  endometrial.

- Indicação principal:

Tratamento de câncer  da próstata  com metástases. Um efeito favorável do medicamento é mais claro e frequente quando o paciente não recebido anteriormente outro tratamento hormonal.

- Indicações complementares:

• Puberdade precoce (meninas até 8 anos e meninos até 10 anos).

• Endometriose  de localização genital e extragenital (do estado I ao estado IV): a duração do tratamento é limitada a 6 meses (vide Reações adversas).

Neste caso não é recomendado um segundo tratamento pela TRIPTORELINA ou por outro análogo da LHRH.

- Contra-indicações:

A AUSÊNCIA DE GRAVIDEZ DEVE SER CONFIRMADA ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO.

- Advertências:

CÂNCER  DA PRÓSTATA  :

INÍCIO DO TRATAMENTO: CASOS ISOLADOS DE AGRAVAMENTO, DE CARÁTER TRANSITÓRIO, SINTOMAS CLÍNICOS (DORES ÓSSEAS, EM PARTICULAR) FORAM RELATADOS DURANTE O TRATAMENTO. RECOMENDA-SE UMA VIGILÂNCIA MÉDICA CUIDADOSA PRINCIPALMENTE DURANTE AS PRIMEIRAS SEMANAS DE TRATAMENTO, ESPECIALMENTE NOS PACIENTES PORTADORES DE UMA OBSTRUÇÃO DAS VIAS EXCRETORAS E AQUELES APRESENTANDO METÁSTASES VERTEBRAIS (VIDE REAÇÕES ADVERSAS). PELA MESMA RAZÃO, AS PESSOAS QUE APRESENTAM SINAIS PREMONITÓRIOS DE COMPRESSÃO MEDULAR DEVEM SER CUIDADOSAMENTE AVALIADAS. TRIPTORELINA NÃO DEVE SER APLICADO EM CASO DE COMPROVADA INDEPENDÊNCIA HORMONAL OU APÓS CASTRAÇÃO  CIRÚRGICA. DEVE SER DADA ESPECIAL ATENÇÃO AO LOCAL DA INJEÇÃO  EM PACIENTES SOB TRATAMENTO ANTICOAGULANTE  DEVIDO AOS RISCOS DE OCORRÊNCIA DE HEMATOMA.

- Precauções:

• CÂNCER  DA PRÓSTATA  : PODE SER ÚTIL VERIFICAR PERIODICAMENTE A TESTOSTERONEMIA QUE NÃO DEVE SER SUPERIOR A 1 NG/ML; A RESPOSTA TERAPÊUTICA PODE SER AVALIADA A NÍVEL ÓSSEO POR EXAME CINTILOGRÁFICO E/OU ESCANOGRÁFICO; A NÍVEL PROSTÁTICO A RESPOSTA SERÁ APRECIADA POR (OUTRO EXAME CLÍNICO E TOQUE RETAL) ULTRASONOGRAFIA E/OU POR EXAME ESCANOGRÁFICO.

• ENDOMETRIOSE  : É IMPERATIVO VERIFICAR, ANTES DE QUALQUER PRESCRIÇÃO DE TRIPTORELINA A AUSÊNCIA DE GRAVIDEZ. A ADMINISTRAÇÃO REGULAR, A CADA 4 SEMANAS, DE UMA AMPOLA DE TRIPTORELINA, CAUSA CONSTANTEMENTE UMA AMENORRÉIA  HIPOGONADOTRÓFICA. A OCORRÊNCIA DE METRORRAGIAS NO CURSO DO TRATAMENTO É ANORMAL; ISTO DEVE LEVAR A UMA VERIFICAÇÃO DA TAXA DO ESTRADIOL PLASMÁTICO, E SE FOR INFERIOR À 50 PG/ML, DEVE DETERMINAR A PESQUISA DE EVENTUAIS LESÕES ORGÂNICAS ASSOCIADAS. APÓS A SUSPENSÃO DO TRATAMENTO, A FUNÇÃO OVARIANA É RECUPERADA E A OVULAÇÃO  OCORRE 58 DIAS EM MÉDIA APÓS A ÚLTIMA INJEÇÃO  , E A PRIMEIRA MENSTRUAÇÃO  70 DIAS EM MÉDIA. NESTE CASO, É NECESSÁRIO INSTITUIR MEDIDAS DE CONTRACEPÇÃO.

NA AUSÊNCIA DE DADOS E POR MEDIDA DE SEGURANÇA, É CONVENIENTE EVITAR A ASSOCIAÇÃO DE MEDICAMENTOS HIPERPROLACTNEMIANTES (ESTES DIMINUEM A TAXA DE RECEPTORES DE lhrh NA HIPÓFISE).

EM CASO DE UTILIZAÇÃO PROLONGADA, É RECOMENDÁVEL MONITORIZAR A MASSA ÓSSEA (VIDE REAÇÕES ADVERSAS).

- Interações medicamentosas:

Medicamentos hiperprolactinemiantes (vide Precauções).

- Reações adversas:

• CÂNCER  DA PRÓSTATA  :

INÍCIO DO TRATAMENTO (VIDE ADVERTÊNCIAS): AS VEZES PODE SER ACOMPANHADO DE ACENTUAÇÃO DOS SINAIS CLÍNICOS E DOS SINTOMAS (EM PARTICULAR DAS DORES ÓSSEAS) DEVIDO AO AUMENTO INICIAL TRANSITÓRIO DA TESTOSTERONA. EM CASOS MAIS SEVEROS, OS SINTOMAS PODEM SER TRATADOS COM UM ANTIANDRÓGENO POR UM CURTO PERÍODO DE TEMPO.

ALGUNS CASOS DE AGRAVAMENTO DE UMA HEMATÚRIA  PREEXISTENTE, OU DE UMA OBSTRUÇÃO URINÁRIA, DE SENSAÇÕES DE FRAQUEZA OU DE PARESTESIA DOS MEMBROS INFERIORES, FORAM RELATADOS COM OS ANÁLOGOS DA LHRH. AS MANIFESTAÇÕES SÃO HABITUALMENTE TRANSITÓRIAS, DESAPARECENDO 1 A 2 SEMANAS APÓS O INÍCIO DO TRATAMENTO. CONTUDO, A POSSIBILIDADE DE UMA EXACERBAÇÃO TEMPORÁRIA DOS SINTOMAS DURANTE AS PRIMEIRAS SEMANAS DE TRATAMENTO DEVE SER LEVADA EM CONSIDERAÇÃO NOS PACIENTES AMEAÇADOS DE DESORDENS NEUROLÓGICAS OU NAQUELES QUE APRESENTAM OBSTRUÇÃO URINÁRIA.

NO CURSO DO TRATAMENTO, OS SEGUINTES EFEITOS INDESEJÁVEIS FORAM ASSINALADOS: ONDAS DE CALOR (DA ORDEM DE 35%), DOR NO LOCAL DA INJEÇÃO  (DA ORDEM DE 2%), IMPOTÊNCIA  E PERDA DE LIBIDO (DA ORDEM DE 6%), CRISE PASSAGEIRA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL  COM RESOLUÇÃO EXPONTÂNEA (MENOS DE 3%).

COMO OUTROS ANÁLOGOS DA LHRH, OUTROS EFEITOS INDESEJÁVEIS FORAM OBSERVADOS: FEBRE  , NÁUSEAS  , VÔMITOS  , "RASH  " CUTÂNEO, PRURIDO  (DA ORDEM DE 3 A 4%); FRAQUEZA DOS MEMBROS INFERIORES, VERTIGENS  E DISPNÉIA  (MENOS DE 2%), CEFALÉIAS  , PALPITAÇÕES, DIARRÉIA  , CONSTIPAÇÃO, PROBLEMAS DE VISÃO, DEPRESSÃO, ANOREXIA  , SUORES NOTURNOS, SUORES FRIOS, QUEDA DE CABELOS, SONOLÊNCIA (MENOS DE 1%). FORAM RARAMENTE DESCRITOS GINECOMASTIA  E ATROFIA  TESTICULAR.

• PUBERDADE PRECOCE:

A OCORRÊNCIA DE PEQUENAS HEMORRAGIAS GENITAIS APÓS A PRIMEIRA INJEÇÃO  EM UM TERÇO DAS MENINAS JUSTIFICA A ADIÇÃO DE UM TRATAMENTO MODERADOR POR ACETATO DE MEDROXIPROGESTERONA (40 MG/DIA) OU DE CIPROTERONA (100 MG/DIA) DURANTE A PRIMEIRA SEMANA DE TRATAMENTO.

• ENDOMETRIOSE  :

OS EFEITOS INDESEJÁVEIS COMO ONDAS DE CALOR E SECURA VAGINAL SÃO PROVAS DA EFICÁCIA DO BLOQUEIO HIPOFISÁRIO-OVARIANO. A UTILIZAÇÃO PROLONGADA CAUSA UMA PERDA ÓSSEA, FATOR DE RISCO  DE UMA EVENTUAL OSTEOPOROSE  .

- Posologia e modo de usar:

Armazenar em temperaturas abaixo de 25°C e protegida de exposição direta à luz solar. Uma vez reconstituída deve ser aplicada imediatamente.

Nota: Utilizar agulha de calibre no mínimo 8, e comprimento adequado variando de acordo com a compleição do paciente.

• Câncer  da próstata  :

A dose usual consiste de uma injeção  IM de TRIPTORELINA a cada 28 dias. O produto é suspenso com 2 ml de água para injeção  no frasco com leve agitação até que seja obtida uma suspensão homogênea. A suspensão é retirada para dentro da seringa  e injetada intramuscularmente.

• Puberdade precoce:

Uma injeção intramuscular  de no mínimo 50 mcg/kg a cada 4 semanas.

• Endometriose  :

O tratamento deve ser iniciado dentro dos 5 primeiros dias do ciclo.

Ritmo das injeções: a injeção  de TRIPTORELINA 3,75 mg de liberação prolongada deve ser renovada a cada 4 semanas.

Duração do tratamento: esta é em função da gravidade inicial da endometriose  e da evolução do tratamento e de suas manifestações clínicas (funcionais e anatômicas).

Em princípio, é de pelo menos 4 meses e de 6 meses no máximo. Não é recomendada a instituição de um segundo curso de tratamento pela TRIPTORELINA ou por outros análogos da LHRH.

Obs.: É importante que a injeção  sob a forma de liberação prolongada seja praticada rigorosamente seguindo as instruções. Toda injeção  defeituosa, levando a uma perda de uma quantidade de suspensão superior àquela que normalmente resta no dispositivo utilizado para injeção  , deve ser anotada.

- Conduta na superdosagem:

Não foram relatados casos com sinais ou sintomas decorrentes de dosagem excessiva.

USO EXCLUSIVAMENTE INTRAMUSCULAR

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


- Laboratório
Aché Labs. Farms. S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km. 227
Guarulhos/SP - CEP: 07034-904
Tel: (011 )961-6000
Fax: (011 )209-6771
Site: http://www.ache.com.br/
_________________
Um paciente fez uso de Danazol® para tratamento da endometriose, e há quatro meses faz uso do Neodecapeptil®. É possível fazer a troca do Neodecapeptil pelo Zoladex®? (sic)


2<Resposta>

Primeiramente vamos identificar os medicamentos de sua questão. O medicamento Neodecapeptil®  tem como principio ativo a triptorelina e o Zoladex® a goserelina.
Os fármacos em questão (goserelina e triptorrelina) são análogos do hormôno liberador de gonadotropinas, uma substância hipotalâmica que estimula a liberação das gonadotropinas (hormônios luteinizante - LH e folículo estimulante - FSH) pela glândula pituitária.  As principais aplicações terapêuticas desses fármacos são no tratamento da endometriose, do câncier de mama e de próstata e da puberdade precoce.
No tratamento da endometriose, sabe-se que a administração esporádica ou o início da terapia com os análogos do hormônio liberdor de gonadotropinas, mimetiza a secreção natural dessas últimas, induzindo o processo de ovulação. Entretanto, a continuidade do seu uso leva a dessensibilização dos receptores com consequente inibição da secreção de gonadotropinas, ocasionando um estado hipoestrogênico reversível.
Não existem muitos estudos clínicos comparando os medicamentos  pertencentes ao grupo dos analogos do hormônio liberador de gonadotropinas.
O fármaco triptorelina, segundo a literatura, é usado no combate ao câncer de próstata. Poucos estudos sugerem seu uso na endometriose. Além disso, este fármaco não é aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration) para tratamento da endometriose.
O fármaco goserelina é indicado para o tratamento de endometriose e adelgaçamento do endométrio. Segundo estudos, é tão efetivo quanto o danazol (segunda terapia de escolha para a endometriose), além de ser melhor tolerado no tratamento da endometriose. É aprovado pelo FDA para tratamento da endometriose.
O fármaco goserelina é contra-indicado em pacientes hipersensíveis ao medicamento, em pacientes grávidas e/ou amamentando. Pacientes em uso de goserelina podem apresentar naúseas, dor de cabeça, falta de apetite, constipação, diarréia, erupções da pele e outras reações de origem cardiovascular e do SNC.
Caso necessite de mais informações, contate-nos novamente.
http://www.cff.org.br:8082/cebrim/pdf/tmp_file/2551data.txt
_______________________________


gonapeptyl depot 3,75mg inj 1fa+dil ferring triptorelina    R$    548,66
   

neo decapeptyl 3,75mg inj 1fa+dil ache triptorelina    R$    644,21
   

http://www.consultaremedios.com.br/cr.php?uf=SP&nome=gonapeptyl

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